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Quem sou eu?

Sou Cléviston, gaúcho, casado com a Simone, pai do Eduardo e do Gabriel e também pai adotivo do Tyrone, da Nikon e da Pequena (meus filhos de quatro patas que latem, cavam e bagunçam todo o pátio). Sou uma pessoa simples e com a mente aberta que adora uma boa conversa e fazer novos amigos.

A fotografia é a profissão que me propicia conhecer pessoas e suas histórias. Com a minha câmera eu participo da vida delas e escrevo um pequeno trecho que servirá de recordação no futuro.

Iniciei fotografando espetáculos de dança. Com os espetáculos aprendi algumas lições.

O que me chamou atenção no início da minha jornada foi a dificuldade técnica para a execução de uma foto de dança.

Parecia que todos conspiravam contra o fotógrafo:

- O “cara da luz” com suas luzes coloridas mudando constantemente e em algumas vezes a quase ausência dela (depois descobri que o tinha dedo do coreógrafo nisso);

- O “cara da fumaça” (que normalmente era o cara da luz) ... a fumaça... porque toda aquela quantidade de fumaça???

- O bailarino com seus movimentos rápidos e imprevisíveis (imprevisíveis para mim porque nunca tinha visto a coreografia antes);

- O coreógrafo com suas ideias “loucas” e um tempo restrito onde ele tinha que fazer o bailarino brilhar.

A primeira coisa era não brigar com a situação pois era assim e eu que me virasse.

A segunda era ter um domínio do equipamento como se fosse uma extensão do próprio corpo. Não tinha tempo para pensar. Tinha que fazer.

Passado esse período inicial percebi que dominada a questão técnica eu teria um registro. Mas a intenção não era só um registro de uma apresentação. Havia uma história ali. Eu tinha que conta-la.

Entendi que o resultado para uma boa fotografia dependia da cumplicidade entre o bailarino e o fotógrafo. O primeiro era o artista em sua performance e o segundo era o responsável por guardar esse momento. Fui vendo que cada fotógrafo registrava de uma maneira diferente e que isso dependia muito da sua bagagem de vida. A foto tinha seu toque pessoal de acordo com a sua vivência.

Aprendi que as experiências, a percepção do mundo, a maneira de enxergar a beleza eram o que definiam se ali teríamos uma fotografia com emoção ou simplesmente um registro fotográfico.

A minha fotografia tem muito de mim. Tem muito do que vivi. Tem muito dos meus sonhos. Tem muito da fotografia de espetáculos.

Sou inquieto e ela me acompanha nessa inquietude.

Com a fotografia aprendi a esperar o momento certo pois ele vai sempre acontecer.

Que tal contarmos uma história juntos? 



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